domingo, 30 de outubro de 2011

Todo mundo tem neuroses....




E eu vou confessar uma minha! Explico pelo começo: Eu não sou uma escritora, tampouco formada em Letras. Ou seja, não sou especialista nas palavras, apesar de sempre, desde que nasci, eu e elas termos uma certa afinidade. Nas séries iniciais da escola, lembro muito bem dos ditados da professora Alcioné e das redações. Não errava uma palavra e escrevia folhas e folhas de historinhas super elaboradas. Lembro da quinta série. Foi o primeiro ano em que tive inglês e a professora desafiou os alunos, perguntando quem sabia escrever os números em inglês, de um a vinte. Eu era a única que sabia, mas por timidez não falei nada. Ahh, e como eu me lembro de esperar ansiosamente meu pai chegar do centro, trazendo os gibis da Turma da Mônica. Como eu adorava a Turma da Mônica! Como eu pedia a ele para traduzir tal e tal palavra!

E nos trabalhos em grupo da oitava série? Quem sempre ficava por elaborar introduções e conclusões? Sempre gostei, mesmo. Sempre tive uma grande desenvoltura com as letras. No vestibular, respondi a questões dissertativas de química, física e biologia, além da redação. A parte escrita foi o que mais me ajudou a pontuar bem, ficando na frente. Às vezes, eu penso que deveria ter feito Letras, não Fisioterapia. Ou, sei lá... Jornalismo? Mas são apenas pensamentos temporários, logo eu percebo que gosto mesmo do que faço. 

Bom, é daí, do comecinho da minha vida, que vem a minha neurose. Eu não gosto de escrever errado! Sou muuuuito, muito, muito, muito chatinha com ortografia, pontos, vírgulas e reticências. Não gosto de nada fora do lugar! Nem uma vírgula. Gente, é óbvio que eu não sei de tudo (na verdade, eu não sou profissional, então eu não sei de porcaria nenhuma)... É claro que eu erro, e erro muito. Mas eu não gosto e eu cuido muito, isso sim. Se tenho dúvida em uma palavra (e tenho muitas), eu não escrevo a que eu acho correta. Eu pesquiso e escrevo o certo. Com pontuações é a mesma coisa. 

E a maior chatice vem agora: EU CORRIJO OS OUTROS, mesmo que seja mentalmente. Aqui em casa, corrijo a família na cara mesmo (santa intimidade)... Falo umas 98720362 vezes por dias para os filhotes: "mim não faz nada, João, mim não é índio!"... Ô mania feia que as pessoas têm de falar "é pra mim ir lá" e similares... Corrijo mentalmente o tempo todo, não tem jeito. E outra: obrigada é para meninas, obrigado é para meninos, gente! hehehe É mais forte que eu, precisava desabafar... E não se reprimam, falem à vontade. A neurose é minha e vocês não têm nada a ver com isso. Esse texto aqui está cheinho de erros. Quem sou eu para falar de alguém? :P 


quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Você pararia?



Sara segue em frente. Não, Sara jamais pensa em parar. O asfalto é quente, muito quente. Os pés de Sara queimam, ardem e esfolam com a alta temperatura. Sara está vulnerável, descalça, exposta. Quando os pés de Sara já não agüentam mais a dor, ela rasteja. De joelhos, Sara segue em frente. Os joelhos de Sara começam a arder e a sangrar. Mas, apesar de tudo, ainda conseguem continuar. Os pés, entretanto, não toleram mais um segundo de atrito; precisam de repouso. Seguir de joelhos continua a melhor opção para o momento. O asfalto continua em brasa. O sol está no ápice. É meio-dia e não há nuvens no céu.  A dor nos joelhos se intensifica. As mãos, apoiadas no solo ardente, começam a criar bolhas. Sara segue em frente, retirando uma mão do solo e seguindo com três apoios. Ela reveza as mãos. Segundos de descanso em cada uma delas parecem contemplá-la com um alívio imenso. Sara percebe que os pés já não têm mais tanta dor. Ela ainda não sabe, mas as queimaduras provocadas pelo asfalto foram profundas, a ponto de destruir as terminações nervosas da região plantar. Não há dor porque não há sensibilidade. Ela se ergue. Caminha novamente de pé. Joelhos e mãos já não suportavam mais tamanho castigo. Não, Sara não pode parar. A tsunami se aproxima e está prestes a engoli-la. Se parar, será destruída e levada de encontro ao fim.

Você pararia?

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Essa moça tá diferente...


Ah, essa moça. Essa moça tá diferente, sim. De um jeito que ela nunca viu. Essa moça se ama muito, como sempre. Porém mais. E essa moça continua com muitos planos e desejos. Mas com um ânimo e uma vontade que nunca existiu nela. Não com essa proporção. Essa moça ainda tem tantas alegrias e tantos abraços e tantos sorrisos e tantas perninhas correndo pela casa... E agora tem consciência da enorme felicidade do presente, do hoje, do agora, do já. Essa moça não adia mais a vida. Essa moça não procrastina mais. Ah, não mais... Essa moça tá tão feliz. Essa moça vê delícias na luminosidade solar. E agora vê vida no céu, na terra e no mar. Essa moça ainda ama, sente, chora, ri e ama o inverno. Mas o verão promete chegar e, muito, muito diferente, dessa vez, ele será. Essa moça aprende, sim. Aprendeu. Aprendeu como nunca. Quem olha com atenção, percebe. Esses são os especiais. Esses são os dela. Os meus.




Inspiração do dia



quinta-feira, 20 de outubro de 2011

São meras palavras bonitas



São sete bilhões de seres humanos no mesmo barco. O planeta respira vida. Mas eu tenho medo. Minto, eu estou apavorada. Bilhões de pessoas, sim. Mas em quantos seres humanos o "humano" está presente? De sete bilhões, quantos merecem apenas a designação "ser"? Essa gente é cruel, é mesquinha, é podre por dentro. Eu tenho medo do futuro desse povo. Eu tenho medo do futuro dos meus filhos. A nossa vida passa num segundo e o nosso rastro desaparece assim que é criado. A vida é rara, preciosa e efêmera. O tempo escorre pelas mãos. Por favor, parem, parem, parem! As pessoas julgam, humilham, ofendem, desrespeitam. As pessoas matam a vida e a alma. A sua e a de outros. As pessoas ferem com palavras e com sangue. As pessoas não merecem ser chamadas de pessoas. O homo sapiens perdeu o título de ser racional há tempos. Os bichos são muito mais inteligentes. Os bichos agora somos nós. Merecemos viver como ratos de laboratório. Apliquem experimentos nessas coisas! Injetem cancerígenos!! O respeito é ridículo. A violência é banal. O que eu, tu, ele e nós fazemos com o nosso corpo, com a nossa alma e com a nossa vida não diz respeito apenas a nós. O podre pára, te olha, te analisa e te sentencia. Enquanto o podre molesta crianças, ele é respeitado por usar gravata e sorrir para as senhorinhas. Enquanto o trabalhador trabalha 12 horas para sustentar sua família, é visto com preconceito por estar com os pés sujos ao fim do dia. Os valores estão invertidos. Senhoras de idade, com vida feita e conhecimentos adquiridos, sentem pena da modelo linda da capa por ela estar com um ser humano negro e de barba. Homens de meia idade sentem nojo de um beijo na boca entre dois homens que, se não se amam, sentem carinho, afeto ou tesão um pelo outro. E quem sente nojo da corrupção, do estupro, da pedofilia, da morte por uma carteira, do tiro por uma discussão? Políticos são levados na brincadeira e ganham fortunas. Humoristas, ao fazer uma piada de mau gosto, são levados a sério e suas punições quase chegam às últimas consequências. Pessoas desrespeitosas pedem RESPEITO e silêncio para que o seu xingamento seja ouvido! Gente que não merece o título de gente. Gente que olha esse meu texto e diz que são meras palavras bonitas e teorias. Seres, que de humanos nada têm, ao ouvir uma verdade ainda não conhecida, dizem pra mim que não vou chegar a lugar algum sendo como sou. Dizem que tenho que me adequar à massa. Dizem que sou hipócrita (HIPÓCRITA!) por me revoltar com essa merda de gente que não merece o chão que pisa.



Postei a foto acima no Facebook. Todo mundo sabe que os caras não são gays. Mas e daí se eles fossem?


D.C: VEADÕES! Puta que nojo!

Mirella: Tenho nojo, também. De preconceituosos, assassinos e pedófilos. Tudo no mesmo saco.

D.C: eu proibi meus filhos de assistirem as novelas da Globo. A mãe dela vei me perguntar o porque de tal proibição. Mandei ela contar quantos Veados haviam nas quatro novelas. E ela? O que fez? MANTEVE a proibição! Lógico. Também não é hipócrita como vc.

Mirella: Você é pobre de espírito e não entro em discussões com quem não tem capacidade de RACIOCÍNIO. Beijo.

D.C: você cria uma polêmica, jura que não tem preconceito, xinga o cara sem conhecer, não respeita a opinião minha, e maioria do mundo, e é hipócrita em afirmar que não distingue opção sexual. Ora menina! O discurso seu é lindo, cheio de boas intenções, mas na pratica eu queria ver!? Recolha os dedos para não digitar mais besteira. Você até pode me olhar e achar que sou um idiota com todos os adjetivo que vc me deu. Só não tente me convencer que sou tudo o que vc falou.Agora uma coisa é certa você não vai à lugar algum com essa opinião de Madre Tereza de Calcutá. Falou!? BJS também.

Mirella: Eu tenho preconceito, sim. Contra PRECONCEITUOSOS. Você não tem direito algum de exigir respeito quando ofende outros seres humanos. Não é a primeira vez que você mostra seu lado preconceituoso por aqui. Já chamou ciclistas de desocupados e folgados e homossexuais de "veadões" e "nojentos". Desculpa, você não tem direito de exigir respeito. NÃO, EU NÃO TE RESPEITO. Eu não quero te convencer de nada. Nem que você é um babaca, nem que você tem que aceitar o que você acha errado. Mas não ofenda e não desrespeite. E se um homossexual chamasse você de hetero nojento ao te ver beijar uma mulher?? Puxa, bacana né? Vou a muitos lugares, sim. Já cheguei muito longe. E vou subir cada vez mais. E ainda por cima com a amizade e carinho de gente do bem, gente inteligente e gente que preza respeito e esbanja bondade. Quem? Meus amigos HETERO e HOMOSSEXUAIS.




Sem mais. Retiro-me. Triste, revoltada e impotente.





segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Tesão na vida





70% do seu corpo é água. Então aproveita que você tá bem molhadinha e tenha mais tesão na vida!



(Tati Bernardi)







PS: Vou seguir, vou seguir. Good week! :)

domingo, 16 de outubro de 2011

Não demora!


Carência, desejo,

transformados em toque, pele, gracejo, beijo. 

Desabrochou, sorriu, suspirou, gemeu.

Enfim, o devido valor, recebeu.

Vontade antes;

Agora, abraço cheiroso, lábios apetitosos e olhar fulminante.

Antes, apaixonada.

Hoje, desejada.

A paixão de outrora, guardou.

Está lá, não passou.

Existe, insiste, dói...

Persiste.

Dela, restou faísca.

 Armadilha, isca.

Trancou à chave.

Jogou-a fora.

Quanto a você...

Vem logo, vê se não demora!




quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Dia do Fisioterapeuta e do Terapeuta Ocupacional



Hoje é o dia dos que não medem esforços na busca pela qualidade de vida. Hoje é o dia de quem previne e de quem reabilita. Hoje é o dia de quem avalia e reavalia com minúcia, de quem traça objetivos e de quem planeja condutas. E tudo, com uma finalidade: A melhora do outro. O restabelecimento da funcionalidade. De neonatos a idosos, a busca é uma só: a manutenção ou o ganho da harmonia fisiológica. Eu tenho orgulho de ser fisioterapeuta. Admiro muito os meus colegas que prezam seus pacientes e que se doam sem reservas à recuperação do ser humano. Respeito com todo o meu ser os profissionais que se dedicam, que se aprimoram e que vão de encontro ao melhor para o outro... De corpo e alma.

FELIZ DIA DO FISIOTERAPEUTA E DO TERAPEUTA OCUPACIONAL

Que haja fôlego e determinação na nossa luta. Que nunca percamos a paixão pela profissão e que nunca desistamos de resgatar a dignidade profissional. E que, acima de tudo, nunca percamos o foco na figura principal de nossa profissão: O paciente. O ser humano.


Fonte: web

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Homem? Desde quando?





"Ah, mas os homens só querem usar as mulheres... Ah, mas os homens enganam e fingem sentimentos, porque querem apenas sexo... Ah, mas os homens não se controlam e  traem por instinto..."

Opa! Um minutinho, que tem erro nesse negócio!

Homens??

Pra ser homem, desculpem-me, mas não basta ter um p*u entre as pernas. Ser homem inclui ter respeito por qualquer pessoa. Inclusive pelo sexo que lhe atrai. Por isso, encho a boca e digo: tem muitos (muitos mesmo) homossexuais mais "homens de verdade" do que alguns heteros! Portanto, amigo machão, garanhão e fodão, você que trai sua mulher e se acha o tal ou finge, engana e faz sofrer, por qualquer motivo que seja, sinto lhe informar (mentira, eu não sinto p**ra nenhuma): você NÃO é homem! Você é um pro-je-to de homem. E, dependendo de sua idade, talvez nunca saia do papel.

Moças, entendam... homem não faz uma mulher sofrer por vontade própria. Portanto, não chamem de obra finalizada aquilo que é só um projeto!


Eu gosto de homem. Completo e bem resolvido. Por inteiro. Homem, em toda a plenitude do significado. E com todos os defeitos e as qualidades que só um exemplar dessa espécie possui.


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Incoerências e contradições



A impossibilidade é uma questão de ponto de vista. E de prefixo.


Ando esquisita. Cabeça fervilhando. Ideias, projetos, planos, desejos. Muitos, muitos desejos. Desconexos, misturados e prestes a explodir. Ora acho que sim. Ora, que não. Sinto vontade de escrever aqui, mas não consigo expor minhas palavras. Elas têm saído como agora, incoerentes e contraditórias. Estou em uma fase confusa. Triste, não. Feliz, sim. Sei as coisas que quero. Mas, quanto a algumas delas... Não sei se corro atrás ou se deixo ir... Sinceramente, não sei. Às vezes tenho dificuldade de definir minhas prioridades. Sei que existem, mas preciso defini-las com mais exatidão. Pulso é a palavra. Firmeza e certeza nos atos, é do que preciso. Sei que não há necessidade de mais horas no meu dia. Mas há, sim, necessidade de aproveitá-las ao máximo. Organizá-las. Sei que preciso seguir em frente. Sempre. Sei que às vezes sou fraca. Mas sei ser forte na minha fragilidade. De uma coisa, eu tenho certeza: aquele (aquele!) abraço facilitaria tudo. Mas, deixemos pra lá... Não tenho certeza de tudo. Não tenho certeza de nada.



Tenho andado distraído,
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso,
Só que agora é diferente:
Sou tão tranqüilo e tão contente. [...]


Já não me preocupo se eu não sei por quê.
Às vezes, o que eu vejo, quase ninguém vê
E eu sei que você sabe, quase sem querer
Que eu vejo o mesmo que você. [...]


Sei que às vezes uso
Palavras repetidas,
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?

(Legião Urbana- Quase sem querer)

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Pretinha


A Preta chegou aqui em casa de repente. A Bela tinha morrido há cerca de um mês, já bem velhinha e sofrida. E a Preta parecia ter vindo substituí-la. Eu não estava, mas a minha mãe e meus filhos (eufóricos) disseram que ela simplesmente surgiu aqui, em frente a casa. Bem cuidada, sim. Mas sem dono “aparente” e doidinha pra ficar. Ficou. Serelepe e carinhosa. Uma vira-latas muito doce e esperta. Colocaram-na o nome de Preta (minha mãe ou meus filhos, já não me lembro bem). Pretinha se adaptou bem aqui. Parecia que tinha nascido nessa casa. Saía pra fazer seus passeios, ia longe longe longe, mas sempre voltava. Fazia a maior festa quando via o carro surgindo lá ao longe, cruzando a esquina. E quando íamos em direção ao carro, para sair? Ela já ficava de prontidão, olhando pro portão, já sabendo que sairíamos e ela poderia, enfim, dar suas voltinhas. Ninguém sabia a idade nem a origem da Pretinha. Só sabíamos que ela era uma parceira e tanto. Nada paga a festa que ela fazia quando nos via chegar. Nada paga ver aquele rabinho abanando quando recebia carinho ou quando falávamos manso com ela. Ah, Pretinha... Gulosa como todo cachorro. Fazia cara de morta-de-fome toda vez que via alguém comendo. Adorava caçar pássaros. Matou uns tantos desavisados que pousaram no quintal. Pretinha era jovem e muito disposta. Era uma ótima companhia de caminhadas, embora ela atravessasse na frente dos carros e eu até virasse o rosto, jurando que não ia escapar (doidinha, doidinha). E escapava. A Pretinha adorava puxar o short do João para brincar. Corriam pelo quintal, ele rindo e ela abanando o rabo... Era a maior bagunça. Ninguém sabe como veio e ninguém sabe porquê se foi. Do mesmo modo súbito que chegou em nossas vidas, partiu. Essa manhã. Ainda consegui ver seus últimos suspiros. Sua respiração ofegante e seu olhar distante. Eu não sei o que aconteceu. Só sei que vai deixar muita, muita saudade.



sábado, 1 de outubro de 2011

Operação biquini de lacinho




O verão está aí, batendo à porta. Decidi, então, tomar vergonha na cara, rs. Moro em uma cidade LITORÂNEA, aqui tem 43 praias! E está cheio de mulher gostosa com o corpo em dia! E, cá entre nós... Quer maior prova de que o teu corpo está em dia do que provar um biquini de lacinho e ele ficar lindo? Definitivamente, não posso fugir da praia, porque meus filhotes adoram! Então, meus caros, nesse dia 1° de outubro está aberta a OPERAÇÃO BIQUINI DE LACINHO!

Antes de começar, preciso dizer adeus aos inimigos e dar as boas-vindas ao meus queridos parceiros. Vamos primeiro à parte desagradável:

Adeus, querido pãozinho de trigo com queijo (o-melhor-queijo-do-mundo) da padaria perto da clínica. Sua companhia foi maravilhosa, mas você está fora dessa etapa!
Adeus cafezinho com açúcar da minha querida colega fisioterapeuta e moça-do-café-nas-horas-vagas, a Grazi.
Adeus, chocolatinho ao leite, massinhas brancas, pizzas (oh céus) e refrigerantes. Entendam todos, não é um adeus definitivo. Nós nos encontraremos (raramente) nas horas de lazer. Será um encontro rápido, mas melhor do que nada, certo?

Bem-vindos, meu caro chá-verde e minha querida granola. Iogurte desnatado, seu lindo! Pão integral, sou tua fã! Frutas, frutas, frutas, verduras, legumes e dois litros de água por dia... Bem-vindos, seus gostosos (?)!

A partir de agora é muita corrida e muito Pilates! Tênis e MP3, eu amo vocês! Sem vocês, eu não sei o que seria das minhas pernas e da minha bunda da minha resistência cardiorrespiratória!

Agora é GUERRA,  meus queridos! E quem aí duvida que eu sei lutar?



P.S: Não reparem se eu estiver mal humorada nesses primeiros dias. A abstinência de açúcar aliada a uma TPM que se aproxima nem sempre é legal.

P.S1: Se vocês procuram uma forma criativa de morrer, experimentem me oferecer um docinho.