quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Sussurra






Sussurra. 
Sussurra, vai... 
Grita em voz baixa. 
Desfaz o meu cabelo.
Pega sem receio
 Usa a tua força
Fala sem decência
Inala o meu cheiro
Embriaga-te de mim
Não pensa em sanidade
Abraça o desatino
Como quem arde
Como quem sabe
Como quem gosta
Não dá brecha
Me deixa ofegante
Sou inteira nesse instante
É urgente
É pulsante
É o ápice
Expulso tudo o que arde
E grito
Explodo
Desfaço-me 
Desintegro
E gozo...

3 comentários:

Eraldo Paulino disse...

Você é ma, Mi rs

Bjs!

Mirella de Oliveira disse...

Você é um querido.
Ficou ruim. Muito ruim! :)

silvioafonso disse...

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Sinto em ti o arder da febre.
Queima sem cheiro o teu corpo
sob o meu e no mexe e remexe
eu te beijo a boca. Teus seios,
um por um eu os mordo até que
passe a convulsão que a para-
lisar o teu corpo venha e a
dormir no meu peito tu te po-
nhas.

silvioafonso





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