terça-feira, 25 de junho de 2013

Sobre joguinhos psicológicos (Ou mimimi: o retardamento psicológico coletivo)

O que eu penso: se você já passou dos 20, joguinhos (em qualquer área da vida) do tipo "quero-mas-vou-fingir-que-não-pra-me-valorizar-ou-por-qualquer-outra-porra-de-motivo" é... patético. E só mostra sua insegurança pessoal. E só mostra que não, você não se respeita, nem se valoriza. Quem se respeita diz sim quando quer dizer sim. E não, quando quer dizer não. E manda se foder quando quer mandar se foder (mesmo que seja só com os olhos). Diga o que quer dizer. Respeite a si mesmo. Respeite as outras pessoas, elas não são obrigadas a querer jogar seu jogo infantil. Diga. Com respeito, mas diga. É simples. É fácil. E é bem bonito.

3 comentários:

Inaí Souza disse...

"É simples, é fácil, é bem bonito."

E é mais digno também. Melhor do que: ah, vou fingir que não quero (quando, na verdade, se está corroendo de vontade).
Mais verdade, mais coragem de (se) assumir.

Átila Goyaz disse...

Esse texto caiu como luva pra minha atual situação Mirella, amadurecer e aprender a dizer não é de uma sabedoria espetacular.
Beijos

Eraldo Paulino disse...

Sou defensor dos jogos, porém, há um verso do Renato que também concordo muito: "Pecado é provocar desejo e depois renunciar"

Bjs!