segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Só vale a pena se arrepia

Só vale a pena se arrepia. É o que preciso sentir. Sempre. É o que sinto no meu trabalho... ou quando ouço música boa, quando leio poesia, quando beijo na boca, quando vejo coisas lindas. Quando me toca. Aí eu me arrepio. É assim que meço a qualidade das vidas, inclusive: pela quantidade de vezes em que se sentiu os pelinhos se eriçarem sem que o motivo tenha sido o frio. Nuca, antebraço, coxa, friozinho na barriga, sabe? Ousaria dizer até que um dia sem arrepio na nuca é um dia desperdiçado. Boa noite!

Um comentário:

Inai Souza disse...

Sinto tanta verdade no que escreves! Sou tua fã! Beijo.